"Recordo.
Recordo-me das antigas manhãs enevoadas
As quais passávamos juntos sentados naquele banco da praça
Ainda conversando sobre vários assuntos
Os quais obtinham a capacidade de transportar-me à outro mundo
Um mundo do qual tornava-se cada vez mais curioso
No momento em que desvendava
Um de teus receios ou desejos
E não enxergava isto como algo tenebroso.
As quais passávamos juntos sentados naquele banco da praça
Ainda conversando sobre vários assuntos
Os quais obtinham a capacidade de transportar-me à outro mundo
Um mundo do qual tornava-se cada vez mais curioso
No momento em que desvendava
Um de teus receios ou desejos
E não enxergava isto como algo tenebroso.
Lembro.
Lembro-me que as horas pareciam estar atrasadas
Pois quando ao teu lado permanecia
Obtinha a sensação de era o único lugar em que o tempo não voava.
E ainda na época do banco da praça
Você sempre gostava
De segurar minha mão
Pois quando ao meu lado permanecia
Dizia
Sentir o pulsar intenso do coração .
Recordo e lembro.
Recordo-me das antigas flores amarelas e belas que lhe dava
Lembro do seu sorriso lindo
Do vestido colorido que usava
O colocava
Apenas nos dias que ia encontrar-me no banco da praça
Pois quando à vi pela primeira vez
Com aquele vestido colorido estava
E eu logo me apaixonei
Pela sua pura insensatez
De dizer
Que também estava apaixonada.
Recordo-me das antigas flores amarelas e belas que lhe dava
Lembro do seu sorriso lindo
Do vestido colorido que usava
O colocava
Apenas nos dias que ia encontrar-me no banco da praça
Pois quando à vi pela primeira vez
Com aquele vestido colorido estava
E eu logo me apaixonei
Pela sua pura insensatez
De dizer
Que também estava apaixonada.
Pela primeira vez.
Pela primeira vez depois de um tempo
Em uma manhã enevoada
Contornada
Pela brisa do vento
Nós dois sentados no banco da praça
Desta vez sem nenhum assunto do momento
E ela muito calada.
Senti-a distante
Com o pensamento inebriante
Mas longe de mim
Rejeitando meu beijo
Rejeitando meu sentimento
Por fim.
Pela primeira vez depois de um tempo
Em uma manhã enevoada
Contornada
Pela brisa do vento
Nós dois sentados no banco da praça
Desta vez sem nenhum assunto do momento
E ela muito calada.
Senti-a distante
Com o pensamento inebriante
Mas longe de mim
Rejeitando meu beijo
Rejeitando meu sentimento
Por fim.
Em vão .
Em vão eu procurava entender
O que com ela andava acontecendo
Em vão tentei refazer
Nosso romance de qualquer jeito.
Mas longe do meu saber
Depois descobri que ela já estava me esquecendo
Percebi que tinha encontrado uma nova paixão
Ou um novo coração para brincar
Mas dentro do meu saber
Sempre fiz de tudo para demonstrar minha emoção
E jurei para sempre a amar.
Pela primeira vez senti um aperto
Certo desespero
Uma solidão
Ninguém para conversar
Pela primeira vez
Sentei neste banco sozinho
E agora vou deixa-lo livre de estar guardado em minha memória
Deixa-lo livre de recordar todos os dias da minha triste fisionomia
Indo embora .
Para que possa "seguir caminho"
E ser o protanista de uma próxima história
De um amor próximo e recíproco
De um amor que não acabe nunca tendo existido."
Em vão eu procurava entender
O que com ela andava acontecendo
Em vão tentei refazer
Nosso romance de qualquer jeito.
Mas longe do meu saber
Depois descobri que ela já estava me esquecendo
Percebi que tinha encontrado uma nova paixão
Ou um novo coração para brincar
Mas dentro do meu saber
Sempre fiz de tudo para demonstrar minha emoção
E jurei para sempre a amar.
Pela primeira vez senti um aperto
Certo desespero
Uma solidão
Ninguém para conversar
Pela primeira vez
Sentei neste banco sozinho
E agora vou deixa-lo livre de estar guardado em minha memória
Deixa-lo livre de recordar todos os dias da minha triste fisionomia
Indo embora .
Para que possa "seguir caminho"
E ser o protanista de uma próxima história
De um amor próximo e recíproco
De um amor que não acabe nunca tendo existido."
•||#autora: ~[Aline M.]®||• #Poéticação
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