sábado, 25 de novembro de 2017
Sobre o que sabemos
Sabe-se da saudade o que ninguém quer aqui dentro
Aqui... no coração
Sou eu que vos falo em poesia
Eu que trago essa rima!
Sabe-se do amor que tudo é cuidado
É tempo, é o tempo doado
Sabe-se da saudade que ela dói né?
Incomoda as vezes e outras tantas até deixa doente
Sabe-se do amor que ele não é igual a novelas, filmes e livros
Ele nasce assim quietinho e pequenino
Vai aumentando e fica lindo
O que a saudade tem a ver com isso?
A cada vez que ele te abraça moça
Ela aqui de dentro de mim
Vai sumindo
Assim fala o coração
E tenho dito
Do amor sabe-se que me faz bem
Aaah a saudade as vezes também
Afinal ela mostra que foi bom pra nós
Ela mostra o que não nos fala a voz
Fran Camargo
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
De todos os amores que eu carrego
E de cada um que eu deixo pra trás
Sente as mesmas dores antes que eu fale
Ele percebe a lágrima antes dela cair
Mas não faz nada pra que elas parem
Sempre deixa eu chorar e soluçar
Sempre
Ele sabe
De todos os amores que me machucaram
E de cada um que que ainda espero que se torne real
Sente os mesmos prazeres que eu
Até além do que eu sinto e posso oferecer
Meu corpo responde muito ao dele
Sempre acaba trocando toque
Sempre
Ele sabe que tá mais perto do que qualquer um
O outro não sabe
Acho as vezes que finge não saber
Não sente nenhuma dor e nunca vai conseguir sentir. Só viu as lágrimas uma vez e eu ainda fugi
Não sabe nem que as noites são tudo que eu mais tenho medo
Mas que alguém me protege do medo de amar
De esperar amores
O outro não sabe
As vezes eu queria gritar. Mas ele se permite estar distante e eu não quero por perto
Vai estragar cada sorriso fraco que eu insisto em soltar...
Soltar pra quem ainda se importa com um pedaço de mim
Hoje eu perdi um pouco disso
Perdi ele
O outro eu nunca nem tive
Hoje doeu e nenhum viu a lágrima
Não fugi...
Ele não sabe dessa vez
O outro eu nunca vou desejar que saiba
Não existe ele
Não existe o outro
Existe eu querendo sentir dois extremos ao mesmo tempo
Fran Camargo
domingo, 19 de novembro de 2017
-UMA NOVA NAÇÃO-
Você pode ter tudo,e continuar sendo um nada
Você pode ter todo dinheiro do mundo,e continuar sem nenhum valor
Você pode ter a mais bela namorada
Mas continuar sem conhecer o verdadeiro Amor.
Você pode ter a roupa mais cara,da marca mais foda
Se vestir como um playboy sempre na moda
Mas essas roupas caras não serve para
Encobrir o lixo que transparece de sua cara!
É,e eu não me refiro somente aos aspectos fisicos.
Me refiro ao lixo de egoismo e falsidade
Que vocês ricos
Reluzem no olhar.
Do tom de arrogância e superioridade
Que Vocês conseguem expressar
Incessantemente constantemente
Ao falar.
Como se a porra do mundo fosse sua propriedade particular
Como se o teu dinheiro pudesse comprar
E controlar toda essa gente.
Mas não, maldito filha da Put#
Não tente se impor sobre mim
Sobre nós!
Tamo a muito tempo na Luta
E nossa Luta jamais terá fim.
Não tente calar nossa voz!
Não Tente nos impor à sua conduta
A mim você não pode comprar
A mim você não pode manipular.
Maldita nação capitalista,malditos
Maldito sistema vendido,malditos políticos corruptos
Malditos ricos filhas da puta
Quero mais é que se foda
Seu dinheiro vale mais do que a porra da tua vida
Mais do que a porra da sua insignificante existência.
Foda-se os teus conceitos
Você não me engana com essa aparência
Com essa tua máscara de homem culto
Homens como você mantém oculto
Os seus preconceitos
Por trás desses conceitos estúpidos.
Por trás desses padrões inlúcidos.
Mas a mim,a mim vocês não podem comprar
A mim vocês Não podem manipular.
Eu sigo na Luta
Maldito filha da Puta
E na Luta o seu declínio cedo ou tarde ira se concretizar.
O seu império ira se desmoronar
E por cima dos destroços, daquilo que um dia você chamou de Lar
Renascerá uma nova nação.
Uma nação livre das amardihas do Ego e da ambição
Daqueles que só querem Lucrar,só querem enriquecer
Daqueles que só querem nos controlar, só querem poder.
Uma nova nação, uma paradisíaca utopia
Em meio a Total Anarquia.
#autor: ~[Robert Maycon]||•
#Poéticação~
terça-feira, 7 de novembro de 2017
O lado da vida que nós não lemos
Desde o primeiro suspiro do homem
Houve poesia!
Pois se suspirou, viu
E se viu, tocou
E se tocou, sentiu.
Sentiu o prazer de viver
Uma poesia tão pura e inocente.
E ali existia vida
Vida de olhar as coisas
Vida de amar por inteiro
O que mais seria a vida
Se não essa fonte cheia de saber?
Que tentamos compreender.
Hoje o homem também suspira
Mas suspira de cansaço
E se cansando, não vê
E se não vê, não toca
e se não toca, não sente
Aceitando o resto da miséria
Que tem o homem que não vive.
Olhemos então a simplicidade da vida:
Imagine uma vida de sorrir de verdade
Vida de cuidado com o próximo
Vida de ouvir os pássaros
Vida de fazer carinho em um gatinho na varanda
Vida de escrever
Vida de conquistar com humildade
Vida de reciprocidade
Vida de dançar
Vida de dar um bom dia
Vida que saibamos viver.
A maior dádiva que temos
Nossa chance de viver
Jogamos fora e o que resta
É uma vida desgostosa
Sem o brilho daquele primeiro suspiro
Podamos a vida
E nos contentamos com tão pouco
Com a vida do aparecer
A vida do só chorar
A vida do reclamar
A vida do odiar
A vida que temos levado.
Onde fazemos e temos tudo
Menos a vontade de viver.
~Gentleman