quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Eu sou a bagunça deixada pelo vento

A culpa deve ter sido minha todas aquelas vezes em que me vi sem chão, a culpa é minha que nunca soube controlar a tal da emoção.

Mas sou culpada também por toda essa adrenalina, por camuflar dentro dessa mulher essa menina, ser feliz é a minha sina, sou bem mais do que imagina.

Sou assim mesmo, sem freio. Só não venha cheio de dúvidas para esse meu coração tão cheio.

Sou menina, sou mulher, defina como quiser.
Cada um tem de mim aquilo que merece, boa ou ruim, a maioria não esquece.

Impactante, no mínimo relevante, da poesia eu sou amante, quem nasceu para ser diamante não aceita ser figurante.

Autora: Taís Santos 


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