“Três dias de insônia fizeram eu me conhecer melhor
No jardim da petulância colhi meu pior
Madrugada me consome. Eu nunca me senti tão só.
No jardim da petulância colhi meu pior
Madrugada me consome. Eu nunca me senti tão só.
Olhei pra trás e até me emocionei
nessa busca da paz, quantas guerras enfrentei
No vale das Sombras, quantas mortes superei
E se cai... só eu sei quantas vezes levantei
as cicatrizes são pra lembrar, que nunca desistirei.
nessa busca da paz, quantas guerras enfrentei
No vale das Sombras, quantas mortes superei
E se cai... só eu sei quantas vezes levantei
as cicatrizes são pra lembrar, que nunca desistirei.
Me recompus e retornei a caminhar
Tirei o capuz e ampliei o meu olhar
No monte Olympus me opus ao que os Deuses
propuseram para nos governar
Tipo Édipo, o enigma da esfinge hoje vou decifrar.
Tirei o capuz e ampliei o meu olhar
No monte Olympus me opus ao que os Deuses
propuseram para nos governar
Tipo Édipo, o enigma da esfinge hoje vou decifrar.
O primeiro pecado foi à inveja de um anjo
Mas em ser Deus, quantos de nós não já Sonhamos?
Paro pra pensar e acabo me questionando,
e não é em vão se somos descendentes de Adão,
Herdamos o dom da Transgressão.
Mas em ser Deus, quantos de nós não já Sonhamos?
Paro pra pensar e acabo me questionando,
e não é em vão se somos descendentes de Adão,
Herdamos o dom da Transgressão.
Pois hoje eu paro, reflito e ainda assim não compreendo
Qual era o pecado de provar o fruto do conhecimento?
Imputamos nossos erros
Repetimos o ciclo
Copilamos nossos medos
E Consumimos vícios.
Pois homens sábios são mais difíceis de manter no eixo
Não questionar não é fé, é se contentar com o cabresto
Por isso eu me liberto a cada trecho que escrevo
Que nem Hefesto sigo esculpindo arte nos Meus Textos.
Qual era o pecado de provar o fruto do conhecimento?
Imputamos nossos erros
Repetimos o ciclo
Copilamos nossos medos
E Consumimos vícios.
Pois homens sábios são mais difíceis de manter no eixo
Não questionar não é fé, é se contentar com o cabresto
Por isso eu me liberto a cada trecho que escrevo
Que nem Hefesto sigo esculpindo arte nos Meus Textos.
Uma mente despudorada atrai uma natureza enganosa
“Que tudo dá” e “Que tudo tira”
Pra agradar os Homens eles criaram Pandora
Abriram a caixa e só a esperança não quis ir lá fora
Muito ódio nos mortais, por dentro o Amor chora.
“Que tudo dá” e “Que tudo tira”
Pra agradar os Homens eles criaram Pandora
Abriram a caixa e só a esperança não quis ir lá fora
Muito ódio nos mortais, por dentro o Amor chora.
Na ânfora dos gregos bebi do sumo das metáforas
Ela se despiu de alma, só de afastar as pálpebras.
“Abrace a volúpia e farte-se de prazeres”
“Ensine-os a gozar o prazer de existir”
“A flexibilidade é mais eficaz que a rigidez”
Sigo parafraseando porque gosto de Aludir
Pintei a minha própria realidade
Passei pelo “Caminho do homem louco”
Me mantive firme na adversidade
Método dos sábios e corajosos
pra se manter no jogo e não fraquejar a carne;
Ela se despiu de alma, só de afastar as pálpebras.
“Abrace a volúpia e farte-se de prazeres”
“Ensine-os a gozar o prazer de existir”
“A flexibilidade é mais eficaz que a rigidez”
Sigo parafraseando porque gosto de Aludir
Pintei a minha própria realidade
Passei pelo “Caminho do homem louco”
Me mantive firme na adversidade
Método dos sábios e corajosos
pra se manter no jogo e não fraquejar a carne;
O mundo precisa de poetas como
nós precisamos de oxigênio
Não quero aparecer no pódio
Mas pode me trazer o premio
o Sorriso das crianças e o reconhecimento
nós precisamos de oxigênio
Não quero aparecer no pódio
Mas pode me trazer o premio
o Sorriso das crianças e o reconhecimento
Demorei muito pra entender e agradecer por ainda estar vivo
no país dos poetas mortos vi muito Mc incorporar a fênix
Lutar pela educação o mundão é convidativo
Com a força de Hercules bruto como Ônix
Difusão simples de conhecimento,
o essencial não se aprende nos livros
Na inteligência de Aristóteles, separo o joio do trigo
mas me perco em meus pecados, a mentira tem sete peles
o coração briga com a mente me torno meu arqui-inimigo
Em terra de ignorância conhecimento é o calcanhar de Aquiles
Precisei me tornar prodígio pra entender o filho pródigo.
no país dos poetas mortos vi muito Mc incorporar a fênix
Lutar pela educação o mundão é convidativo
Com a força de Hercules bruto como Ônix
Difusão simples de conhecimento,
o essencial não se aprende nos livros
Na inteligência de Aristóteles, separo o joio do trigo
mas me perco em meus pecados, a mentira tem sete peles
o coração briga com a mente me torno meu arqui-inimigo
Em terra de ignorância conhecimento é o calcanhar de Aquiles
Precisei me tornar prodígio pra entender o filho pródigo.
Somos a cólica do sistema e ao mesmo tempo a engrenagem
não vejo muros nem grades, mas me sinto privado da liberdade”.
não vejo muros nem grades, mas me sinto privado da liberdade”.
•||#autor: ~[D. Magalhães]®||•
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