Acordava todos os dias tão cansada...
Sinceramente não imaginava.
O que com ela se passava.
Era como se seu sono não valesse de nada!
Sofria picos de alegrias súbitas
E tristezas lancinantes...
Tudo isso em milésimos de instantes.
Ficava parada...
Sentada...
Como se não houvesse vida.
Como se existir não fosse necessário.
E sua alma?
Vagava.
Se divertia.
Ria.
Chorava.
E ela?
vazia ficava.
A alma dela era feito borboleta vuada.
Leve e livre.
Não se importava de deixa-la
Vazia.
Todas as vontades fazia.
E ela pobre mortal.
De alma vuada e condenada
Catatonica estava.
Mas a alma ingrata, tinha um plano.
Se perder sem se Achar
Se encontrar sem retornar.
E o corpo abandonou
O caminho de volta?
Nunca mais encontrou...
Na lápide fria
Lia-se numa bela caligrafia
"Aqui jaz a Catatonia!"
(Thamara Santana)

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