Navegantes nessa embarcação espacial, flutua-mos nessa odisséia cósmica.
Vagando como comentas na imensidão
do espaço.
Talvez uma super nova pronta, a explodir e dar vida a uma nova obra!
Obra essa que viaja com
A luz e nos trás paz.
E trás calor, pra confortar esses
Corações gélidos que pulsam
Na multidão e ninguém sente
A imensidão que aquela alma,
Tem dentro de si quase a implodir
Ah! E ainda assim ainda vagamos,
E navegamos como células de um
cosmo vivo. De um corpo infinito.
Autoria: D. Magalhães
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