O ato de Amar
Respirar!
Prender!
Soltar!
O mesmo ar que faz viver,
enche o peito.
Em momentos angustiantes
difícil é fazer com oxigênio escasso
fazer com que o coração funcione direito.
A dor de desafeto.
A lembrança do desamor.
Exame detecta alta pressão,
o que talvez seja mesmo, do mundo e das pessoas.
Doutor conclui como depressão.
Os bons ares, rarefeitos são.
trocar olhares definhou, Sorrisos murcharam.
Medicina é só uma ciência tentando remediar as dores emocionais.
O amor é a pura emoção que ignora a lógica.
Que cura!
Que fere! e torna a curar.
Quem dera Amar fosse como o ato de respirar,
Involuntário e simples de realizar
Encher o peito e soltar!
Receber e doar.
Involuntariamente até o último fôlego seriamos capazes de
Amar...
C.C.C
Nenhum comentário:
Postar um comentário