terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Sinfonia da Vida


[D. Magalhães – Poéticação]
“A fome que quase me matou
Também me ensinou a ser agressivo
escrever sobre o problema, não significa
que ele tenha sido resolvido.

Se que ignoro é o oceano
O que sonhamos é bem mais que uma gota
Principio básico da mecânica
O movimento é concedido pela força

Desviar dinheiro da saúde
Isso gera genocídios
Não investir em educação
é o verdadeiro Terrorismo

Munido de informação
menino desce pra pista
Resgata Nossa nação
E acaba com essa corja fascista

Esse tal mundo louco, deposito de insanos
O bem é divino o mal que é mundano
fomentando como fogo em corações draconianos


Neurótico e paranoico escuto vozes de outro mundo
Dentro da minha cabeça,
que me obrigam a pensar no sentido de tudo
Eu acho que estou ficando lunático
Mas eu gosto, eu sou problemático

E é isso que eu quero
Me desconectar de tudo aqui
e me conectar comigo em outra dimensão
Se fomos divididos em multiversos
Somos parte de uma fração

E para completa-la
temos que nos sincronizar a melodia
Nos unir como um povo em sintonia
Notas musicais da sinfonia da vida

Em harmonia com a natureza
pude entender minha própria essência

Milhões de planetas em um cosmo infinito
e sua maior preocupação é não ser rico
Bilhões de neurônios em um ser infinito
e sua maior preocupação é de não ser tão bonito
Trilhões de seres em um mundo tão lindo
e sua maior preocupação, são recursos finitos


[Walter – Sonoridade Suja]
Dos retalhos resgato
uns versos que tenho guardado
Relembrando momentos passados

Porem retratados em rimas
Sem o destino provável
Que ao percorrer as ondas
Notamos a inestimável

Conexão musical estável
favorável a preceder Cristo
Como a luz inelutável que guia
Mas ao transitar se atentar aonde pisa

Buracos deixados não só pelo fato
de desleixo da política
INSS e suas mixarias
Tantos anos de trampo resultaria
Em se aposentar em aposentos de taipa
quando não as calçadas geladas, porém casa.

Na era das tecnologias avançadas
retrocesso no aspecto decência
ou melhor, vergonha na cara!

Com poesia reproduzo o choro Dos irmãos já fartos
 com as chibatas que ainda tem marcado
 A sede de dominação que paira feito um pássaro,
Relembro um velho ditado
"Não de asas a cobras ou ratos"

 Que se tornam morcegos
sedentos de sangue
 Proteção na fé traz coragem
E força predominante pra lutar
Pois é pelo oprimido que na paz vou cantar”

•||#autor: ~[D. Magalhães]®||• & •||#autor: ~[Walter - Sonoridade Suja]®||• #Poéticação

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