"Que realidade é essa que conforta?
Desumanidade a mídia prega
Dogmas e Drogas!
Que nos aprisionam nessa caverna
E ainda assim, construímos gaiolas
Pra tirar o que é da Terra
Mas vai chegar a nossa hora!
E retornaremos a ela
Desumanidade a mídia prega
Dogmas e Drogas!
Que nos aprisionam nessa caverna
E ainda assim, construímos gaiolas
Pra tirar o que é da Terra
Mas vai chegar a nossa hora!
E retornaremos a ela
Pra pagar a nossa divida,
Por não ter agradecido a dádiva
de ter nos concedido a vida.
Que vivemos como uma praga
Por não ter agradecido a dádiva
de ter nos concedido a vida.
Que vivemos como uma praga
O Sol nasce e se põe;
Mais um dia que se passa
Temos uma mente que transpõe
barreiras, fronteiras até o Karma.
Mais um dia que se passa
Temos uma mente que transpõe
barreiras, fronteiras até o Karma.
Minha calma é ver a lua
Ela nua é calmaria
E ainda assim é tempestade
Doce como uma uva
Seus lábios eram a isca
pra minha alma que sorria
e se entregava, com naturalidade.
Ela nua é calmaria
E ainda assim é tempestade
Doce como uma uva
Seus lábios eram a isca
pra minha alma que sorria
e se entregava, com naturalidade.
Em seus olhos, eu vi uns versos
E então me apaixonei
Meu abstrato, tu torna concreto
E o Oasis do deserto é um universo
Que eu ainda não rimei.
E então me apaixonei
Meu abstrato, tu torna concreto
E o Oasis do deserto é um universo
Que eu ainda não rimei.
Palavras trágicas “eu já te amei”
Prefiro as mágicas “eu te amo”
A nossa vida é dividida
em cada sílaba que cantamos
Me perdoa se eu errei
Só agora eu entendo o que a vida
estava denotando
Me desculpe se eu não voltei
mas só se perdendo é que nos encontramos.
Prefiro as mágicas “eu te amo”
A nossa vida é dividida
em cada sílaba que cantamos
Me perdoa se eu errei
Só agora eu entendo o que a vida
estava denotando
Me desculpe se eu não voltei
mas só se perdendo é que nos encontramos.
Mas o que seríamos sem oxigênio e insanidade?
O Vento fala comigo, eu entendo “ventanês”
- Não abra mão sem lutar, mostre ao menos reciprocidade.
Adversidade e necessidades já são clichês
Prefiro biscoito da sorte ou provérbio chinês.
O Vento fala comigo, eu entendo “ventanês”
- Não abra mão sem lutar, mostre ao menos reciprocidade.
Adversidade e necessidades já são clichês
Prefiro biscoito da sorte ou provérbio chinês.
“A flecha lançada
A oportunidade perdida
A Palavra pronunciada
São coisas que não voltam na vida”.
A oportunidade perdida
A Palavra pronunciada
São coisas que não voltam na vida”.
Pra mover uma montanha
comece com pedras pequenas
Não importa a distância
O amor é ponte de safena”.
•||#autor: ~[D. Magalhães]®||• #Poéticação 👍
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