quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

DENOTANDO

"Que realidade é essa que conforta?
Desumanidade a mídia prega
Dogmas e Drogas!
Que nos aprisionam nessa caverna
E ainda assim, construímos gaiolas
Pra tirar o que é da Terra
Mas vai chegar a nossa hora!
E retornaremos a ela

Pra pagar a nossa divida,
Por não ter agradecido a dádiva
de ter nos concedido a vida.
Que vivemos como uma praga

O Sol nasce e se põe;
Mais um dia que se passa
Temos uma mente que transpõe
barreiras, fronteiras até o Karma

Minha calma é ver a lua
Ela nua é calmaria
E ainda assim é tempestade
Doce como uma uva
Seus lábios eram a isca
pra minha alma que sorria
e se entregava, com naturalidade.

Em seus olhos, eu vi uns versos
E então me apaixonei
Meu abstrato, tu torna concreto
E o Oasis do deserto é um universo
Que eu ainda não rimei.  

Palavras trágicas “eu já te amei”
Prefiro as mágicas “eu te amo”
A nossa vida é dividida
 em cada sílaba que cantamos
Me perdoa se eu errei
Só agora eu entendo o que a vida
 estava denotando
Me desculpe se eu não voltei
mas só se perdendo é que nos encontramos.

Mas o que seríamos sem oxigênio e insanidade?
 O Vento fala comigo, eu entendo “ventanês”
- Não abra mão sem lutar, mostre ao menos reciprocidade.
Adversidade e necessidades já são clichês
 Prefiro biscoito da sorte ou provérbio chinês.

“A flecha lançada
A oportunidade perdida
A Palavra pronunciada
São coisas que não voltam na vida”.

  Pra mover uma montanha
comece com pedras pequenas
Não importa a distância
O amor é ponte de safena”.

•||#autor: ~[D. Magalhães]®||• #Poéticação  👍

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