terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O orgulho mata silenciosamente, corrói a alma

É que tem horas que faz falta uma mensagem, mas ao mesmo tempo falta a tal da coragem.
É que tem horas que o sono vai embora, ah com certeza na pior hora ...
É que nem sempre eu consigo não lembrar, então eu sinto a perna bambear.

Logo eu que me dizia durona, tô levando uma surra da vida ...
Logo eu a insensível, chorando por uma despedida.

Quanta coisa dita nesses "intervalos", nesses vãos  ...
Por trás de pés machucados, de "calos", a coragem de quem não tem medo do chão.
Quantos segredos decifrados por trás desse olhar, quantas coisas que eu nem precisei falar.

São lágrimas verdadeiras de alguém que teve a felicidade interrompida, tá aí, uma das lições da vida  ...

Às vezes é bom flutuar, porque até mesmo aqueles que dizem ser seu chão podem te abandonar.

Autora: Taís Santos

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